sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

sábado, 25 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ceia de Natal - Escola Alfândega da Fé- 2010
















Foi num ambiente de comunhão, convívio, troca de presentes, bailaricos e canto dos parabéns ao Menino que irá nascer no dia 25 para todos nós que aconteceu mais uma ceia de Natal da Escola no dia 20 de Dezembro. Eis algumas fotos para a posteridade.

Ceia de Natal - Escola Alfândega da Fé - 2010







Foi num ambiente de comunhão, convívio, troca de presentes, bailaricos e canto dos parabéns ao Menino que irá nascer no dia 25 para todos nós que aconteceu mais uma ceia de Natal da Escola no dia 20 de Dezembro. Eis algumas fotos para a posteridade.

Ceia de Natal - Escola Alfândega da Fé - 2010
















Foi num ambiente de comunhão, convívio, troca de presentes, bailaricos e canto dos parabéns ao Menino que irá nascer no dia 25 para todos nós que aconteceu mais uma ceia de Natal da Escola no dia 20 de Dezembro. Eis algumas fotos para a posteridade.

Ceia de Natal - Escola Alfândega da Fé - 2010
















Foi num ambiente de comunhão, convívio, troca de presentes, bailaricos e canto dos parabéns ao Menino que irá nascer no dia 25 para todos nós que aconteceu mais uma ceia de Natal da Escola no dia 20 de Dezembro. Eis algumas fotos para a posteridade.

Ceia de Natal - Escola de Alfândega da Fé - 2010
















Foi num ambiente de comunhão, convívio, troca de presentes, bailaricos e canto dos parabéns ao Menino que irá nascer no dia 25 para todos nós que aconteceu mais uma ceia de Natal da Escola no dia 20 de Dezembro. Eis algumas fotos para a posteridade.





Ah cantores e bailarinos!!!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Muito bom

O Presépio somos nósÉ dentro de nós que Jesus nasce
Dentro destes gestos que em igual medidaa esperança e a sombra revestem
Dentro das nossas palavras e do seu tráfego sonâmbulo
Dentro do riso e da hesitação
Dentro do dom e da demora
Dentro do redemoinho e da prece
Dentro daquilo que não soubemos ou ainda não tentamos
O Presépio somos nós
É dentro de nós que Jesus nasceDentro de cada idade e estação
Dentro de cada encontro e de cada perda
Dentro do que cresce e do que se derrubaDentro da pedra e do voo
Dentro do que em nós atravessa a água ou atravessa o fogo
Dentro da viagem e do caminho que sem saída parece
O Presépio somos nósÉ dentro de nós que Jesus nasce
Dentro da alegria e da nudez do tempo
Dentro do calor da casa e do relento imprevisto
Dentro do declive e da planura
Dentro da lâmpada e do grito
Dentro da sede e da fonte
Dentro do agora e dentro do eterno
José Tolentino Mendonça

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

sábado, 27 de novembro de 2010

Uma oração - S. João da Cruz

Para chegares a saborear tudo,não tenhas gosto em nada.
Para chegares a possuir tudo,não queiras possuir nada de nada.
Para chegares a ser tudo,não querias ser nada em nada.
Para chegares a saber tudo,não queiras saber nada de nada.
Para chegares ao que não saboreias,o caminho é não teres sabor.
Para chegares ao que não sabes,o caminho é não saberes.
Para chegares ao que não possuis,o caminho é não possuires.
Para chegares ao que não és,o caminho é não seres.(...)
Porque se queres ter algo, em tudo,não tens puro o teu tesouro em Deus.
João da Cruz (1552-1591)

Uma oração - S. João da Cruz

Para chegares a saborear tudo,não tenhas gosto em nada.
Para chegares a possuir tudo,não queiras possuir nada de nada.
Para chegares a ser tudo,não querias ser nada em nada.
Para chegares a saber tudo,não queiras saber nada de nada.
Para chegares ao que não saboreias,o caminho é não teres sabor.
Para chegares ao que não sabes,o caminho é não saberes.
Para chegares ao que não possuis,o caminho é não possuires.
Para chegares ao que não és,o caminho é não seres.(...)
Porque se queres ter algo, em tudo,não tens puro o teu tesouro em Deus.
João da Cruz (1552-1591)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Bento XVI

Algo verdadeiramente mudou no discurso da Igreja e de Bento XVI sobre o preservativo? Não. Sempre se disse que, como mal menor, pode der usado. Aliás, para evitar males maiores, tem de. Isto não é novidade. É tradição. E, no entanto, parece que mudou muito.
Henri Tincq, do "Le Monde", diz até que nesta interpretação tida como mais liberal sobre o uso do preservativo, Bento XVI paga um favor ao Cardeal Martini, o "preferido pela ala liberal" que chegou a pedir votos para Ratzinger...
Peter Seewald e Bento XVI
Peter Seewald - Em África, Vossa Santidade afirmou que a doutrina tradicional da Igreja tinha revelado ser o caminho mais seguro para conter a propagação da sida. Os críticos, provenientes também da Igreja, dizem, pelo contrário, que é uma loucura proibir a utilização de preservativos a uma população ameaçada pela sida.
Bento XVI - Em termos jornalísticos, a viagem a África foi totalmente ofuscada por uma única frase. Perguntaram-me porque é que, no domínio da sida, a Igreja Católica assume uma posição irrealista e sem efeito – uma pergunta que considerei realmente provocatória, porque ela faz mais do que todos os outros. E mantenho o que disse. Faz mais porque é a única instituição que está muito próxima e muito concretamente junto das pessoas, agindo preventivamente, educando, ajudando, aconselhando, acompanhando. Faz mais porque trata como mais ninguém tantos doentes com sida e, em especial, crianças doentes com sida. Pude visitar uma dessas unidades hospitalares e falar com os doentes.
Essa foi a verdadeira resposta: a Igreja faz mais do que os outros porque não se limita a falar da tribuna que é o jornal, mas ajuda as irmãs e os irmãos no terreno. Não tinha, nesse contexto, dado a minha opinião em geral quanto à questão dos preservativos, mas apenas dito – e foi isso que provocou um grande escândalo – que não se pode resolver o problema com a distribuição de preservativos. É preciso fazer muito mais. Temos de estar próximos das pessoas, orientá-las, ajudá-las; e isso quer antes, quer depois de uma doença.
Efectivamente, acontece que, onde quer que alguém queira obter preservativos, eles existem. Só que isso, por si só, não resolve o assunto. Tem de se fazer mais. Desenvolveu-se entretanto, precisamente no domínio secular, a chamada teoria ABC, que defende “Abstinence – Be faithful – Condom” (“Abstinência – Fidelidade – Preservativo”), sendo que o preservativo só deve ser entendido como uma alternativa quando os outros dois não resultam. Ou seja, a mera fixação no preservativo significa uma banalização da sexualidade, e é precisamente esse o motivo perigoso pelo qual tantas pessoas já não encontram na sexualidade a expressão do seu amor, mas antes e apenas uma espécie de droga que administram a si próprias. É por isso que o combate contra a banalização da sexualidade também faz parte da luta para que ela seja valorizada positivamente e o seu efeito positivo se possa desenvolver no todo do ser pessoa.
Pode haver casos pontuais, justificados, como por exemplo a utilização do preservativo por um prostituto, em que a utilização do preservativo possa ser um primeiro passo para a moralização, uma primeira parcela de responsabilidade para voltar a desenvolver a consciência de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo o que se quer. Não é, contudo, a forma apropriada para controlar o mal causado pela infecção por HIV. Essa tem, realmente, de residir na humanização da sexualidade.
Peter Seewald - Quer isso dizer que, em princípio, a Igreja Católica não é contra a utilização de preservativos?
Bento XVI - É evidente que ela não a considera uma solução verdadeira e moral. Num ou noutro caso, embora seja utilizado para diminuir o risco de contágio, o preservativo pode ser um primeiro passo na direcção de uma sexualidade vivida de outro modo, mais humana.
in Bento XVI, “Luz do Mundo – O Papa, a Igreja e os Sinais dos Tempos – Uma conversa com Peter Seewald”, Lucerna, 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

sábado, 6 de novembro de 2010

Deus ama-nos

É o relato de Matt Harding, que durante 14 meses viajou por 42 países…a dançar. É nestes que Deus nasce, foi para eles que ele veio e neles que ele vem, é nesta alegria multifacetada que Ele encarna. É por isto que Ele tanto gosta de nós.
video

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Parada - Igreja (antes e depois)











Parada - Igreja (Antes e depois)











Igreja de Parada - Antes e agora











Já estava a precisar a bonita Igreja de Parada de um revestimento novo exterior.

Belissimo

Igreja de Parada - Antes e depois





























A bonita Igreja de Parada "sofreu" um revestimento exterior, pois já merecia.





Eis algumas fotos.






Belissimo

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Bento XVI em Inglaterra

A visita do Papa ao Reino Unido

A 16 de Setembro o Papa Bento XVI chega a Edimburgo, na Escócia, para a primeira visita de Estado de um papa ao Reino Unido; a visita de João Paulo II em Maio de 1982 foi uma visita pastoral. Este facto é digno de nota quando nos lembramos da relação atribulada entre Inglaterra e Roma desde o Sec XVI quando Henrique VIII (1491-1547) se auto-declarou, através do Acto de Supremacia em 1534, Chefe da Igreja em Inglaterra recusando a autoridade do Papa que não reconhecia o seu divórcio de Catarina de Aragão e o seu segundo casamento com Ana Boleyn. Este facto, conjugado com a onda reformista que varria o norte da Europa nessa época, levou a que a figura do papa fosse vilipendiada durante séculos e os católicos fieis a Roma fossem denominados papistas – ainda hoje, a 5 de Novembro, data em que se recorda o atentado do católico Guy Fawkes ao Parlamento no Sec XVII, em Lewes, no sul do país, é queimado na fogueira um boneco vestido de papa. Nenhum católico foi chefe do governo e é proibido por lei o casamento de um herdeiro ao trono com um católico, pois ainda existe entre alguns a suspeita de que a sua lealdade ao Vaticano teria mais peso numa decisão de Estado do que a sua lealdade à pátria. Tony Blair, ex-primeiro-ministro do Governo Britânico, só se converteu ao Catolicismo depois de sair do poder embora fosse regularmente à missa com a sua mulher e os seus filhos, todos católicos.
É difícil para um católico português compreender o que foi ser católico em Inglaterra até há poucas décadas. Segundo o censo de 2001 há 4.2 milhões de católicos no Reino Unido, cerca de 8% da população, muitos descendentes de irlandeses que imigraram no sec. XIX quando se deu o Acto de União entre Inglaterra e a Irlanda. Este número aumentou nos últimos anos devido à entrada no país de um grande número de polacos. Mas durante séculos a população católica resumia-se a várias famílias denominadas recusants por se recusarem assistir aos serviços religiosos anglicanos. Maioritariamente viviam no norte do país e, até princípios do séc. XIX, eram perseguidos, multados, acusados de criminosos e alguns martirizados. Vários seminários, financiados por estas famílias, foram fundados na Europa continental um dos quais em Lisboa, o Colégio dos Inglesinhos, no Bairro Alto, que só fechou em fins do século passado. Os padres formados aí voltavam clandestinamente para Inglaterra e viviam escondidos. Membros destas famílias casavam entre si e, sendo esta a minha herança materna, ouvi sempre durante a minha juventude “Tens que casar com um católico. Temos que manter a fé.” Do lado paterno soube que o meu bisavô tinha sido deserdado por se ter convertido ao Catolicismo. No grande hospital londrino onde tirei o curso de enfermagem só no fim dos anos sessenta foi permitido a uma católica ser chefe de serviço. Até à data da Emancipação Católica em 1829, a missa era celebrada na clandestinidade.
Hoje o país é bastante diferente: desde o Concílio Vaticano II tem havido uma aproximação grande entre a Igreja Católica e a Anglicana embora ultimamente não tenha progredido tanto como se desejava. No entanto Bento XVI vai ser recebido na Abadia de Westminster, considerada a Igreja da Coroa, onde celebrará as Vésperas com o Arcebispo de Cantuária e líderes de outras denominações cristãs. O Santo Padre vai também rezar junto ao túmulo do Soldado Desconhecido e na capela dedicada ao rei inglês Santo Eduardo o Confessor. O Rev. John Hall, Deão da Abadia, escreve no The Tablet de 4 de Setembro, sob o título “Os símbolos são mais fortes do que as palavras”, que os gestos simbólicos da oferta do seu anel de pescador pelo Papa Paulo VI ao Arcebispo de Cantuária, Michael Ramsey, na Capela Sistina em 1966, extraordinário na altura, e da oração em conjunto do Papa João Paulo II e o Arcebispo Robert Runcie perante o túmulo de São Tomás à Becket, em Cantuária em 1982, assumiram o objectivo de união visível. A mágoa sentida com a constituição apostólica Anglicanorium Coetibus, que permite aos anglicanos entrar para a Igreja Católica através de um ordinariato, vai sendo atenuada. Acaba dizendo “Através da nossa história fomos guiados pela luz de Cristo. Esta visita pode novamente trazer à atenção do nosso país a verdade de que o orgulho dominou a nossa vontade, amámos a luz extravagante mas a noite é escura. Guia-nos ó Luz bondosa.”
O grande objectivo da visita é a beatificação do Cardeal Newman, ele próprio anglicano convertido ao Catolicismo em 1845, cuja teologia é respeitada por ambas as denominações e muito admirada por Bento XVI.
Segundo Lord Patten, católico e nomeado pelo Governo para coordenar a organização da visita com as Conferências Episcopais de Inglaterra e do País de Gales e a da Escócia, o seu sentimento dominante é de que, para o Papa, este será o país mais assumidamente secularista que já visitou; espera que a visita ajude a sarar feridas antigas e que desafie a intolerância religiosa moderna.
Sondagens indicam que, apesar das tentativas de alguns meios de comunicação de virar a opinião pública contra a visita, duas semanas antes já 30% dos grupos sociais A e B dizem que seguirão a visita com muita ou alguma atenção, o que não é comum em visitas de Estado.
Mary Anne Stilwell d’Avillez

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Padrinhos e madrinhas de Baptismo

Baptizados: Padrinhos... ou Testemunhas?
Um dos maiores motivos de aborrecimentos e uma das causas de maus-tratos a muitos párocos dos nossos dias é o problema dos padrinhos de Baptismo. Felizmente, eu não posso queixar-me disso. Algumas pessoas vivem como querem, fazem o que entendem e julgam-se no direito de ser padrinhos de uma criança que vai ser baptizada ou de um adolescente que vai ser crismado. Se os sacerdotes cumprem o seu dever e se recusam a aceitar as pessoas que não estão em condições de ser padrinhos, são insultados, ameaçados, difamados, e até “denunciados”, com “apelação” para o bispo da diocese…Não pode ser assim. Pelas leis da Igreja, as crianças ou os jovens imaturos, os casais que estão juntos nas chamadas “uniões de facto” (sem qualquer compromisso sério de vida), as pessoas que estão casadas apenas pelo civil (sem reconhecerem valor ao Sacramento do Matrimónio), as que romperam com o seu casamento religioso, se divorciaram pelo civil e estão juntas ou se voltaram a casar pelo registo civil com outra pessoa diferente do seu primeiro cônjuge, e todas as que não têm uma vida de acordo com a função que vão desempenhar, não podem ser aceites por nenhum sacerdote como padrinhos de Baptismo. Se o Código de Direito Canónico (Leis da Igreja Católica) falasse da necessidade de testemunhas para o Baptismo e para o Crisma como fala para o Casamento, qualquer pessoa capaz de testemunhar um acto e de o confirmar com a sua presença e a sua assinatura podia exercer a função. É o que acontece nos casamentos. Nesse acto (embora pela tradição os noivos lhes chamem padrinhos) não existem padrinhos. Trata-se apenas de duas ou mais pessoas que testemunham o compromisso mútuo dos dois noivos com a sua presença. Tal como acontece num acordo ou escritura, qualquer pessoa pode testemunhar um acto desde que seja lúcida e esteja presente. Não é assim com o Baptismo ou com o Crisma. O Baptismo marca o início de uma caminhada de Vida Cristã, uma entrada na Comunidade de Jesus, um renascimento espiritual da criança como Filho de Deus e um compromisso de Vida Nova, em Cristo e segundo os valores e os critérios do Evangelho. Ora, tal facto, supõe e traz consigo duas exigências sérias e sagradas: que os pais da criança dêem garantias seguras à Igreja que os acolhe, de que vão educar na Vida Cristã a criança que se baptiza, e que os padrinhos assumam o compromisso de testemunhar a Fé e dar exemplo da Vida em Cristo ao seu afilhado e que, no caso de os pais falharem ao seu compromisso de o educar cristãmente, os padrinhos os substituam com toda a responsabilidade. Como é fácil de ver, nem todas as pessoas estão em condições de fazer isto, mormente aquelas cuja vida não serve de exemplo ou de modelo na vida cristã para os que são baptizados. Se os que dirigem a Igreja (Bispos e Párocos) fossem mais corajosos e mais rigorosos (e deviam sê-lo!) grande parte das crianças não podiam nem deviam ser baptizadas, e grande parte dos padrinhos também não podiam sê-lo. Se assim fizéssemos, não seríamos certamente maioria sociológica no país como temos sido, mas seríamos um grupo de pessoas mais conscientes e mais sérias na nossa vivência cristã…e, por exemplo, não votaríamos a favor da legalização aborto, como muitos católicos fizeram…em desobediência frontal à Igreja a que dizem pertencer!Muitos pais que pedem o Baptismo para os filhos vivem como se não fossem cristãos: não vão à igreja nem recebem os sacramentos, estão sempre contra a igreja a que pertencem, e até chegam a ridicularizar os que frequentam a igreja e os sacramentos. Ora, o que não serve para eles também não deverá servir para os filhos. Para que vão pôr os filhos num caminho e numa vida que eles próprios rejeitam e não respeitam? Outros, não dão verdadeira garantia de educar os filhos na vida cristã; e outros, até estão a viver em oposição e desobediência às Leis de Deus e da Santa Igreja. Muitos padrinhos, que até são aceites pela Igreja por estarem casados religiosamente e de acordo com as leis da Igreja, também não deviam sê-lo. Entre eles, os católicos não praticantes. Como pode dar testemunho de vida cristã à criança que é baptizada um padrinho ou uma madrinha que não faz caso de cumprir os Preceitos da Igreja que são indispensáveis para alguém viver como cristão, nomeadamente a Santa Missa de cada Domingo e a Confissão e Comunhão na Páscoa de cada ano?A mim, pessoalmente, esse tipo de padrinhos – os católicos não praticantes – são os que mais me magoam pela sua falta de seriedade e de coerência. Se eu pudesse, eram eles os que eu rejeitava em primeiro lugar. Só não o faço, porque a lei actual da Igreja mo não permite!A falta de responsabilidade das pessoas e o enorme peso da tradição, levam muita gente a baptizar os filhos, sem qualquer compromisso sério de os educar na vida cristã. Até nos habituamos a dizer sim, diante de Deus, num momento sagrado, sem qualquer intenção de cumprir o que dizemos. O que muitos querem é quase só a festa (com o fotógrafo) e o almoço (com muitos convidados). Agora, até já se marcam os Baptizados (às vezes com anos e anos de espera e de atraso), apenas em função da festa e do banquete. Isso é que é o importante!...Nós, os párocos, constatamos todos os dias que muitas e muitas famílias baptizaram os filhos e depois nada fazem para os acompanhar na sua vida cristã. Essa de o pai ou a mãe ir levar e buscar o menino ou a menina à catequese, de automóvel, “só para o menino ou a menina fazer as Comunhões” (de novo com muitos fotógrafos na cerimónia e muitos convidados no almoço, que é o que agora fazem muitos pais, sem qualquer compromisso de vida e de coerência), é o sinal claríssimo de que andamos a brincar com coisas sérias. Em vez de procurarmos a Fé, a Vida em Cristo, a Lei do Senhor, valorizamos apenas e tão só os “actos sociais”, cheios de vaidades e pejados de exibicionismos. É o que explica que 90 % dos portugueses se digam católicos no país e que só 15 % apareçam nas igrejas: a adorar a Deus e a alimentar a sua Fé. Nem guardam respeito a Deus de Quem se tornaram Filhos, nem à Comunidade Cristã em que entraram e de que fazem parte desde o seu Baptismo. Não passam de filhos mal-educados e insubmissos que nem vão a casa do Pai que os convida e tanto os ama, desprezando-O, nem se dignam reunir-se com os Irmãos que tanto lhes querem, ignorando-os. E pior ainda, se pensarmos que muitos desses cristãos já nem sequer consideram essa falta da Missa como algo de grave e ofensivo a Deus e prejudicial à Igreja: um pecado tão grave que até os impede de comungar, se tiverem ainda um mínimo de consciência e de sensibilidade às “coisas santas”. Muitos, até levam a mal que alguém o diga ou denuncie! Uma vergonha! Desculpem-me pela palavra que vou usar…mas os mais responsáveis da Igreja deviam fazer alguma coisa para acabar com esta “fantochada”!Não se exige certamente que todos sejamos santos…… mas esperava-se ao menos que todos fôssemos mais sérios. Resende, 05 de Julho de 20010J. CORREIA DUARTE

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Passeio a Viena, Dresden, Bratislava e Berlim


Começou este passeio com algumas pessoas de Sambade, Mirandela, Rebordelo até terras de centro da Europa. Sendo que o objectivo principal foi passeio com orientação religiosa.

Aqui vai uma foto do grupo em frente à Porta de Brandenburgo onde o saudoso Papa João Paulo II foi recebido de maneira única pelo Chamceler Helmut Kolh com palavras elogiosas" a culpa foi quase toda sua pelo Muro ter sido destruído"; que participou nesta iniciativa da Paróquia de Sambade e Rebordelo

Pe Pimparel

sábado, 22 de maio de 2010